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Essity alerta para lesões de pele causadas por adesivos médicos

Fonte: Tissue Online

Em unidades de terapia intensiva, onde pacientes dependem de monitoramento contínuo, dispositivos invasivos e diferentes sistemas de fixação, a integridade da pele também se tornou um ponto de atenção clínica. Nesse contexto, a Essity, líder global em higiene e saúde, alerta para a importância da prevenção das lesões relacionadas ao uso de adesivos médicos, conhecidas como MARSI (Medical Adhesive-Related Skin Injury) . Embora pouco discutidas fora do ambiente hospitalar, as MARSI fazem parte da rotina assistencial em diferentes níveis de cuidado, especialmente em pacientes críticos, que frequentemente precisam de curativos, eletrodos, cateteres e outros dispositivos aderidos à pele por períodos prolongados. Dados publicados em 2025 na Revista Brasileira de Enfermagem, em estudo multicêntrico conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de São João del-Rei em quatro hospitais de três estados brasileiros, apontaram prevalência de 25,9% de lesões de pele relacionadas a adesivos médicos em pacientes internados em UTIs adultas. O levantamento também identificou associação entre as lesões e fatores como número de adesivos utilizados, fixação de acesso venoso periférico e estado nutricional dos pacientes. As lesões podem incluir descolamento da epiderme, irritações, dermatites de contato e lesões por fricção, comprometendo a integridade cutânea e aumentando o desconforto do paciente durante a internação. Além do impacto clínico, o problema também pode demandar cuidados adicionais das equipes assistenciais e tornar o processo de recuperação mais complexo. Entre os fatores de atenção para esse tipo de ocorrência estão a fragilidade cutânea de pacientes críticos, a aplicação e remoção frequentes de adesivos médicos e a necessidade constante de fixação de dispositivos durante o tratamento hospitalar. Em pacientes com condições clínicas específicas, como diabetes, os cuidados com a pele exigem acompanhamento ainda mais rigoroso. “Pacientes em estado crítico, especialmente aqueles com diabetes, apresentam uma pele extremamente frágil. O desconhecimento sobre as MARSI faz com que, muitas vezes, não se escolha o adesivo correto, prolongando o desconforto do paciente. Nossa missão é capacitar as equipes de Saúde para que a seleção do produto de fixação seja baseada em evidências e na vulnerabilidade específica de cada pele”, afirma Natália Barros, gerente Clínica da Essity Health & Medical Brasil. Nas UTIs, a fixação de dispositivos médicos faz parte da rotina assistencial. Por isso, cresce a discussão entre profissionais de saúde sobre a necessidade de protocolos preventivos, capacitação das equipes e adoção de tecnologias que contribuam para reduzir danos à pele durante o tratamento hospitalar. Por meio da marca Leukoplast®, a Essity Health & Medical busca ampliar a conscientização sobre o tema e fortalecer o debate sobre segurança do paciente, cuidado com a pele e boas práticas de fixação médica em ambientes hospitalares.